Saúde perto de quem precisa
Reduzir a distância entre o cidadão e o atendimento. Fortalecer o acesso a consultas, exames, tratamento especializado e estruturas regionais de saúde.
André Peçanha nasceu de uma história ligada ao mar, à comunidade e ao trabalho. Filho de família da pesca, viveu de perto a rotina de quem enfrenta o mar e conhece o peso da responsabilidade de sustentar uma família.
Sua trajetória também passou pela igreja e pelo seminário, pela formação em Farmácia e pela gestão pública municipal. Essa combinação de experiências formou uma visão política baseada em proximidade, escuta e solução prática.
Como pai de um filho autista, André também carrega uma relação pessoal com a pauta da inclusão — com a convicção de que políticas públicas precisam enxergar as pessoas em suas diferentes realidades.
A proposta central é fazer uma política menos distante e mais prática: olhar para saúde, educação, saneamento, trabalho, produção e desenvolvimento como problemas concretos que precisam chegar à Assembleia.
Esse é o princípio que organiza as prioridades de atuação de André.
Reduzir a distância entre o cidadão e o atendimento. Fortalecer o acesso a consultas, exames, tratamento especializado e estruturas regionais de saúde.
Educação pública exige professor valorizado, carreira estruturada e condições para que o aluno tenha uma escola capaz de formar e abrir oportunidades.
A pesca faz parte da história de André e da economia do Sul. A pauta envolve infraestrutura pesqueira, valorização do pescador e fortalecimento de toda a cadeia produtiva.
A produção de leite, a agricultura familiar e a piscicultura sustentam famílias e movimentam comunidades rurais. O produtor precisa de condição para produzir, escoar, comercializar e crescer.
Desenvolvimento não é discurso abstrato: é infraestrutura, ambiente para empreender, comércio vivo, circulação de renda e oportunidade para quem quer trabalhar.
A experiência de André como pai de um jovem autista trouxe para sua vida uma compreensão direta das dificuldades enfrentadas por muitas famílias.
O mandato estadual precisa fazer a ponte entre municípios, comunidades e o Governo do Estado — com presença no território e atuação dentro da Assembleia.
Propor, discutir e votar leis que melhorem políticas públicas e a vida das pessoas.
Acompanhar o Governo do Estado, cobrar execução e fiscalizar a qualidade dos serviços públicos.
Atuar no orçamento e na articulação por investimentos que cheguem aos municípios e às regiões.
Levar demandas reais de pescadores, produtores, famílias, trabalhadores, comerciantes e comunidades para o centro das decisões.
Ao falar sobre sua passagem pela administração municipal, André cita experiências que moldaram sua visão de política prática: ações que chegavam diretamente ao professor, ao pescador, ao produtor, ao paciente, ao servidor e às famílias.
As referências acima reproduzem temas e experiências relatados por André em vídeo. Dados quantitativos e resultados específicos devem ser publicados somente após validação documental.
André é pai de um jovem autista. Para ele, essa experiência reforça uma ideia simples: pessoas diferentes têm necessidades diferentes — e o poder público precisa ser capaz de enxergar essas diferenças.
A pauta da inclusão deve conectar saúde, educação, acolhimento, autonomia e suporte às famílias, sempre com responsabilidade e sem transformar uma experiência pessoal em exploração política.
André vem de dentro do território. A proposta é levar para a Assembleia Legislativa uma representação que conheça de perto a realidade do litoral, das comunidades rurais, da pesca, da produção, do comércio e das famílias do Sul do Espírito Santo.
A origem é regional, mas o mandato é estadual: defender o Sul sem perder de vista os desafios de todo o Espírito Santo.
No material oficial da campanha, André aparece ao lado de Pazzolini, candidato ao Governo do Estado. O site preserva essa associação política sem incluir outras candidaturas que não fazem parte desta comunicação.